Dia do Baterista


Dia 20 de setembro é o dia do batera! O site Roraima Music parabeniza a todos os profissionais e amadores que atuam nesta função, conduzindo o ritmo e pagada dos mais variados estilos musicais. Desejamos que a carreira de todos vocês seja conduzida no mais perfeito compasso.

O Baterista

Um baterista é um músico que toca bateria, particularmente o kit de bateria (ou bateria americana), formado geralmente pelo bumbo, caixa, surdo, chimbau, e pratos (podendo ter vários tipos de tom-tons). O termo percussionistanormalmente refere-se mais genericamente à pessoa que toca instrumentos de percussão, com baquetas ou não, como os tímpanos, vibrafone, tambor, pandeiro, chocalhos, tamborim e tantos outros, ou ainda utiliza o próprio corpo para montar células rítmicas, batendo palmas, no peito, ou utilizando guizos atados às pernas, etc. Alguns percussionistas montam seus próprios kits de percussão. Muitos bateristas acrescentam instrumentos não convencionais às suas baterias.

A técnica para tocar bateria é obtida ao longo de anos de estudo, sendo que uma das principais dificuldades encontradas pelos iniciantes, é a necessidade de grande coordenação motora, onde se pretende conseguir a maior independência possível entre os membros do corpo, pois em alguns ritmos mais complexos, cada um deles efetua movimentos totalmente distintos.

Bons bateristas são músicos experientes, com um ouvido acurado para o ritmo e a forma musical, que agem como a força rítmica de todo um conjunto. Um bom baterista é preciso, técnico e sensível ao que a música pede, sabendo exatamente onde colocar notas e onde deve haver espaço para a música respirar. É importante para o baterista ouvir muitas músicas, observar detalhes e estudar muito. Isso proporciona um rápido aprendizado e facilita na hora de tocar.

As diversas abordagens da bateria vão das mais minimalistas(com kits reduzidos e em certas apresentações de cunho educacional, apenas com uma peça, em especial a caixa) às mais complexas, com kits de tons cromáticos onde a afinação simula as notas encontradas na escala ocidental. As diferentes abordagens dependem da proposta musical de cada grupo ou artista-solo.

O baterista é extremamente importante no que se refere ao desempenho da banda, pois seu instrumento é percussivo, o que dá o ritmo para a musica, sendo sua responsabilidade semelhante à de um maestro, determinando o andamento durante toda a execução.

História da Bateria 

O conjunto de instrumentos é geralmente usado nos estilos musicais jazz, hip-hop, rock, pop entre outros, tendo sido componente essencial da música contemporânea [1] desde a década de 1920 até ao surgimento da percussão eletrônica, quando se deu o aparecimento das primeiras baterias eletrônicas.

Baterista de uma banda de dança de 1935.
No começo dos anos 1900, bandas e orquestras tinham de dois a três percussionistas cada.[2] Um tocava o bombo, outro tocava a caixa e o outro tocava os blocos de madeira que fazia os efeitos sonoros. O desenvolvimento do pedal possibilitou que uma mesma pessoa executasse todas estas funções.

O primeiro pedal prático foi inventado em 1910.[3] William F. Ludwig, que criou o primeiro modelo de madeira e logo depois, com o aumento da procura, passou a desenvolver junto com seu cunhado, Robert Danly, o modelo do pedal em aço que foi vendido para milhares de bateristas e serviu de base para criação dos modelos mais avançados que temos hoje.

Outra invenção aparentemente simples que possibilitou o surgimento da bateria foi a estante para caixa, que antes os bateristas usavam cadeiras para apóia-las ou penduravam nos ombros com uso de correias.

Uma vez que pedais e suportes para caixas práticos se tornaram disponíveis, um único baterista poderia executar o trabalho antes feito por três. A peça mais nova que fez parte do kit básico da bateria foi o hi-hat que apareceu na década de 1940. É uma peça que utiliza dois pratos de choque, acionados com o pé. No jazz, ela tinha a função de marcar o contratempo nas pulsações rítmicas, motivo pelo qual, em alguns lugares, esta peça também é denominada de contratempo . E assim foi nascendo a bateria – ou trap set, como foi chamada inicialmente.

Na década de 1980 alguns fabricantes, tais como Simmons, Yamaha, Roland entre outros, criaram baterias eletrônicas que, além de sons pré-gravados, podiam também funcionar como samplers, gravando sons que depois são executados sempre que o instrumento é percutido.

Hoje,apenas por em evolução constante, a bateria um instrumento raro, recebe cada vez mais atenção de fábricas e engenheiros, que pesquisam junto aos bateristas para desenvolver o melhor modelo de cascos, baquetas, ferragens e pratos, usados para bater. As inúmeras fábricas crescem a cada dia no mundo e no Brasil. Entre as marcas que fizeram história no Brasil incluem-se a Pingüim e a Gope (anos 60 e 70) e a Odery que hoje é considerada uma das melhores baterias no mundo, tendo seu início como uma Handmade (feita a mão). Com o surgimento de novas tecnologias e a importação de ferragens e acessórios, novas fábricas na década de 1980 começam a fabricar somente os cascos em cedro, marfim e bapeva utilizando-se de ferragens americanas como a Luthier, RMV e Fischer. Incluem-se várias firmas de acessórios como a Ziltannam e a Octagon (pratos), C.Ibaneze a Liverpool (baquetas), Evans, RMV, a Remo e Luen (peles sintéticas), Rock Bag (cases e bags).

Mundialmente, marcas como DW, Tama, Pearl, Ludwig, Sonor, Yamaha, Premier, dentre outras, são líderes na fabricação das melhores baterias e ferragens. Para citar os melhores pratos, seja processos utilizados e ligas, podemos enumerar Zildjian, Sabian, Paiste e Meinl.

Fonte:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Baterista
https://pt.wikipedia.org/wiki/Bateria_(instrumento_musical)

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